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UM FANTASMA ABORRECIDO

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ninfa.bebe.azul
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default UM FANTASMA ABORRECIDO

Mensagem por ninfa.bebe.azul em Ter Nov 29, 2011 6:35 pm

Um fantasma aborrecido

Contava meu avô que seu pai era do tipo incrédulo no que se referia ao sobrenatural, dizia que alma do outro mundo, era invenção da cabeça das pessoas. Caduquice de velho gaga.

Certo dia, ele foi convidado a trabalhar em um sítio em outra cidade, em uma grande colheita de café, precisando ganhar o sustento da família, saiu com uma pequena sacola contendo gêneros alimentícios feitos pela minha bisavó, e um facão que era seu fiel companheiro.

Chegando ao sítio, porém ficou sabendo pelos trabalhadores que ali estavam, que ninguém conseguia dormir na casa sede da fazenda, pois era mal assombrada, e que o espírito que ali estava, era de um antigo dono, que até aqueles tempos, assombrava a fazenda para que ninguém ali vivesse.

Meu bisavô caiu na gargalhada e disse que era história para boi dormir, e que ele não acreditava em nada daquilo, e que ia fazer mais, passaria a noite no porão da mesma casa, e queria ver só se o tal fantasma teria a ousadia de não deixá-lo dormir.

Quando a noite chegou os trabalhadores foram todos embora, e meu bisavô ainda recebeu do administrador do sítio um último aviso, que tomasse cuidado, pois ninguém que houvesse dormido ali tinha ficado vivo para contar a história. Meu bisavô gargalhou e disse que no outro dia contaria a história e faria pouco do tal fantasma.

Tudo corria de forma tranqüila, meu bisavô armou sua rede em uma pilastra do porão da casa, fez sua comida de forma improvisada, ali mesmo no chão, e sentindo sono, deitou em sua rede para dormir, ainda achando graça do medo daqueles homens.

Dormiu depressa, porém quando foi meia noite, as coisas começaram a mudar, rastos de móveis eram ouvidos pelo meu bisavô, objetos sendo quebrados, batidas na parede e no piso, dentre tantas outras coisas estranhas e sem explicação que iam acontecendo.

Meu bisavô já sabendo do que se tratava, de sua rede, xingava o fantasma, mandando que ele fosse dentre outras coisas para o inferno, pois acreditava que lá era o lugar dele. De repente o barulho parou e meu bisavô se sentindo vitorioso se ajeitou mais uma vez em sua rede para a tão sonhada noite de sono.

Porém quando ele menos esperava sua rede balançou, ele se levantou de pronto, riscou o facão no chão produzindo grandes faíscas e intimou o fantasma que aparecesse, pois ele iria cortar ele no facão.

Porém tudo ficou novamente silencioso, e meu bisavô mais uma vez acreditando que havia vencido o embate com o tal fantasma, se deitou e finalmente conseguiu dormir. Não antes de zombar o fantasma, dizendo que ele dali não saia e que não adiantava mais fazer barulho, pois ele iria dormir ali e estava acabado.

Nada mais foi ouvido pelo meu bisavô, porém foi apenas com os primeiros raios de sol surgindo, que meu bisavô se deu conta do que havia lhe acontecido, de uma forma inexplicável, ele acordou em baixo de um pé de laranja no meio do pomar.

Muito assustado levantou-se de uma vez, foi até a casa e para sua surpresa, o porão estava fechado do mesmo jeito que ele havia fechado, estava totalmente trancado por dentro e seus pertences presos dentro dele.

Naquela mesma manhã, meu bisavô voltou para casa, e jamais voltou novamente aquele sítio, e todas as manhãs suspirava agradecido por estar em seu lar, e não embaixo de um pé de laranja.

FONTE CONTOS E CAUSOS DE FAMÍLIA

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