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† Maurício †
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Mensagem por † Maurício † em Sex Dez 02, 2011 10:04 pm

Aconteceu há algum tempo atrás em uma cidade do interior de Minas Gerais.
Helena
cansada de orar e pedir resolveu procurar um centro e umbanda onde
acreditava encontrar uma cura para seu útero e finalmente poder ter um
filho.
Começou a freqüentar. No início foi tudo bem, ia à todas sessões e se relacionava muito bem com as pessoas de lá.
Em
um dia após algumas rezas espirituais, Helena conversa com uma mãe de
santo e na conversa revela que o maior desejo de sua vida é ter um bebê,
e que através da umbanda prentede realizá-lo. Valmira, a mãe de santo,
chama Helena em uma salinha e fala para ela sobre um pequeno lugar que
fazia com que os "milagres" se realizassem.
Helena se anima e vai ao lugar milagroso sem que seu marido saiba.
Ela
pega o endereço que Valmira passou e chega em um beco aparentemente
abandonado, sai do seu carro e bate em uma pequena porta, logo um homem
de meia idade a atende e convida para entrar, Helena diz que veio
mandada por Valmira. O homem diz que já esperava por ela e pede para que
se acomode no fundo da sala em que todos estavam reunidos.
Helena se
assusta com o que vê nas paredes, muitas fotos de demônios e outros
seres deformados, na sala umas seis pessoas permaneciam quietas e
imóveis.
O culto começa, todos se levantam e reverenciam um homem
vestido todo de preto e com um rosto medonho. Helena sente-se incomodada
com todo aquele cenário e começa a se aproximar da porta para sair
dali. Quando estava para abrir a porta o "mestre" como era chamado, a
chama para ficar sentada e quieta durante o culto. Helena com medo
obedece.
Em determinado ponto do ritual, entra uma moça bem magra e
pálida com a foto do demônio em suas mãos, nessa hora Helena fica
apavorada e tenta ir embora, mas o "mestre" a segura com força e faz ela
ajoelhar diante da foto como os outros seguidores.


A
foto passa de pessoa em pessoa, e cada um deve fazer um pedido em voz
alta para a imagem. Cada um pede aquilo que lhe é conveniente. Quando
chega a vez de Helena, ela pede para ficar grávida. Após os pedidos
todos voltam a se sentar.
O final do culto se aproxima e o "mestre"
vem com uma faca fazendo pequenos cortes nos pulsos das pessoas. Helena
começa a chorar mas estava presa naquele lugar. Dois homens a seguram e o
corte em seu pulso é feito.
O "mestre" fala: "- Por mais um dia vocês selaram a dívida com o Superior". E se retira da sala. Todos vão embora em silêncio.
Helena
entra em seu carro e vai o mais rápido possível para sua casa, mas o
pior de tudo foi que ela se calou sobre essa experiência.

Quatro meses se passam...
Helena já havia se recuperado do susto daquele dia, e também havia deixado de ir ao centro de umbanda.
Vivia feliz ao lado de seu marido.
Em
uma tarde de sábado quando estava fazendo compras, se sente enjoada e
desmaia. Seu marido estava junto e a levou rapidamente para o hospital
onde fez muitos exames e permaneceu em repouso até o início da noite.
O médico vem com os resultados e dá a notícia que Helena estava grávida. Ela e seu marido não se agüentavam de tanta felicidade.

Na
semana seguinte, sozinha em casa Helena estava pensativa pois o pedido
feito no culto havia se realizado. Ela pensa mais um pouco e decide
voltar naquele lugar para agradecer o milagre.
Seu marido trabalhava à noite e isto facilitava com que ela não fosse descoberta.
Entra
novamente na sala de orações e um dos homens disse que a presença dela
já era esperada, pois quem um dia faz seus pedidos acaba retornando para
agradecê-los.
Assim aconteceu por meses, dia após dia Helena retornava e fazia o pacto de sangue com as outras pessoas.

No
culto, em um dia que Helena não havia ido, houve uma reunião em que
todos estavam em acordo com uma decisão: "O ritual do sacrifício seria
realizado".

O bebê de Helena já estava no sexto mês de gestação e
ela continuava freqüentando os rituais diariamente e parecia estar
super feliz com tudo o que já havia conseguido.

Numa sexta feira de noite estrelada em um dia 11, Helena mais uma vez conclui sua rotina.
Para seu marido ela falava que ia em um grupo de oração rezar por seu filho.
Ela
entra na sala de rituais mas desta vez algo estranho estava
acontecendo: todos a olhavam diferente. O ritual começa e bem na hora em
que a foto do demônio aparece para ser cultuada e adorada, seu celular
toca e ela recebe a notícia que seu marido acabara de ser assassinado
quando ia para seu trabalho. Helena grita muito e tenta abrir a porta
que estava trancada.
Dois homens vão em sua direção e ela pede ajuda
para sair, mas eles a pegam pelo braço a levam para uma outra sala onde
ela nunca havia entrado. Eles tiram toda a roupa dela e a deitam
amarrada em uma mesa de pedra muito fria.
Helena tenta gritar mas está amordaçada, chora muito e pede por clemência.
De nada adianta, em uma língua estranha o "mestre" começa a rezar de frente para um crânio com velas do seu lado.
Helena nua, fica apavorada quando vê que o mestre olha para seus orgão genitais, pensa que será estuprada.
O
mestre pede para que seus ajudantes segurem com muita força suas pernas
abertas e pede para tomarem cuidado com a barriga que possuia o bebê.
O
homem enfia a mão nos órgãos de Helena, onde muito sangue escorre pela
mesa, aprofunda-se até o útero onde que com muita força agarra o bebê e
começa a puxá-lo para fora, Helena desmaia de tanta dor mas os homens
não param e puxam seu filho para fora todo ensangüentado e ainda com um
resto de vida.
Para matar a criança eles a jogam contra a parede por
duas vezes. Com o feto em mãos eles voltam a rezar e colocam o corpo em
frente ao crânio e dizem que o Sacrifício está completo.

Helena permanece amarrada, desmaiada e cheia de sangue por toda a noite.

Perto
da hora do almoço do dia seguinte ela acorda já solta e limpa. Ela pede
por socorro ao ver que seu filho havia sido retirado, mas ninguém
aparece. Helena corre para fora pega seu carro que ainda estava no mesmo
lugar e foge para casa.

No caminho lembra-se do telefonema que
recebeu sobre a morte de seu marido. Ela não agüenta a pressão arruma
suas malas e decide fugir para bem longe de sua cidade.

Passam-se
alguns anos, Helena aparentemente havia se recuperado, pois foi acusada
e condenada pela morte de seu marido. Ficou um ano presa por
assassinato duplo de seu marido e filho o qual também foi acusada.
Tentou se explicar dizendo que perdeu o bebê em um ritual mas nenhuma
prova foi encontrada no local, todos haviam desaparecidos.

Helena, casou-se novamente. E hoje ainda com alguma maldição em seu corpo chora a perda de seu terceiro filho...
Postado por Blood Goddess às 05:14 1 comentários Links para esta postagem
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O Velho do Escritório
Minha
amiga Del, me contou que sua irmã disse que viu um velho na janela do
escritório dela, passou-se 2 segundos e ele não tava mais ali. Ela
contou pros que trabalham lá com ela, como era o velho e todo mundo acha
que é um tal de Seu Arno que morreu, e ele trabalhava na sala dela.
Postado por Blood Goddess às 16:08 1 comentários Links para esta postagem
Marcadores: Histórias
Meia Noite
São Paulo - 12 de abril de 1911

11:00 PM

Tenório
planeja a o assassinato de sua esposa, por tê-lo traído com o dono
única loja de consertos dos raros aparelhos elétricos da época.

Heloísa que estava grávida e prestes a dar a luz, recolheu-se no seu quarto para dormir.
Tenório pegou um rádio que havia sido um presente do amante de sua esposa e para se vingar a mataria com o objeto.

Entrou
lentamente no quarto, aproximou-se da cama ergueu o aparelho que estava
em suas mão e atingiu a cabeça de Heloísa violentamente fazendo com que
ela ainda atordoada saísse da cama implorando por ajuda.
Tenório a espancava cada vez mais.

O amante de Heloísa era vizinho e escutando os gritos correu para ajudar sua amada.

Arrombou
a porta de entrada e seguiu para o quarto. Tenório escutou o barulho e
preparou-se com uma faca e assim que Rogério, o amante, entrou no quarto
foi surpreendido com golpes.

O relógio marca meia noite.
Heloísa e Rogério foram mortos por Tenório.

Tenório pega sua faca e o rádio com que agrediu sua esposa e foge.

O rádio foi jogado em um terreno baldio e com a faca ele se matou num parque no centro da cidade.




Dias
após, um mendigo encontra o rádio jogado e com apenas alguns arranhões e
leva para vender na loja do falecido Rogério, que agora estava sendo
comandada por seu filho.


São Paulo - 20 de março de 2005

Tiago
um garoto de 16 anos, tinha problemas com pesadelos e há várias noites
sonhou com um rádio antigo. Desde então despertou o desejo de possuir
algo igual aquele estranho objeto.
A mãe dele achou que tudo era
loucura, já que um médico dizia que aqueles sonhos apenas eram frutos de
sua obsessão por jogos de computador.

Tiago insistiu até que em
um dia foi até uma loja de antiguidades e comprou um rádio cujo o
vendedor havia dito que era de 1911 e pertencia à um antigo técnico que
vivia na região.

O rádio foi levado para a casa de Tiago.

28 de março de 2005

Desde quando adquiriu o aparelho os pesadelos se foram e ele já havia achado uma utilidade para ele.
Inteligentemente ele consegui conectar o rádio ao seu computador através de inúmeras conexões.

Com
o passar dos dias Tiago foi ficando estranho e parecia estar vivendo em
uma outra realidade, já havia deixado de gostar de jogos e
interessava-se apenas por internet.
Sua mãe não notava nada mais errado, imaginava que fosse apenas algum outro "vício" de seu filho.

Sem
que sua mãe soubesse, Tiago entrava na internet todas as noites e
sempre buscava por assuntos relacionados à mortes do passado.
Misteriosamente ao passar da meia noite, ele não tinha mais qualquer coisa a fazer e ia para sua cama dormir.

Vários
dias se passaram e Tiago se interessava por assuntos relacionados aos
seus antepassados. A mãe dele já estava achando estranho demais essas
atitudes dele.

Numa noite que não estava com muito sono Tiago, sentiu um enorme desejo de ver algo sendo morto.
Seguiu
para a cozinha armou-se com uma pequena fava e foi para o quintal, onde
carinhosamente chamou por seu cachorro e deu-lhe inúmeros golpes no
pescoço.
O pobre animal agonizava e a mãe de Tiago assustada correu para fora e encontrou seu filho lambendo o sangue do animal.

Rosa,
a mãe de Tiago, entrou em estado de choque ao se deparar com aquela
cena horrível, gritou tanto até que alguns visinhos pudessem escutar e
corressem para dentro de sua casa.
Tiago permanecia calmo e ainda paralisado num canto com o sangue do cachorro em seu corpo.

Dias
se passaram, Tiago tinha sido levado ao hospital psiquiátrico onde o
médico recomendou que o garoto não saísse de casa por alguns meses até
que ele pudesse estar recuperado do trauma que teve após matar o
cachorro.

Com pena de seu filho, Rosa permitiu que ele entrasse na internet durante o dia.

Tiago sentia-se muito solitário e divertia-se todas as noites conversando no MSN com uma pessoa com o apelido de Isa.

Tiago e Isa começaram a se falar logo após ao incidente da morte do cachorro.

3 de abril de 2005
Rosa já deixava Tiago sair de casa para ir para lugares próximos à sua casa.

Tiago sempre ia à uma loja de eletrônicos comprar peças para seu rádio que ainda não captava nenhum sinal.

Rosa nem se preocupava mais com seu filho e os dois levavam uma vida normal como antes.

Demorou
mas Tiago conseguiu comprar a última peça para seu antigo rádio e
justamente nesta noite ele voltou a falar com Isa no MSN.

Por
volta das 10 da noite o rádio ligou sozinho e começou a captar sons
estranhos parecidos com pedidos de ajuda. Rosa entrou no quarto do filho
e fez com que ele desligasse o aparelho.

O computador após esse dia começou a ter problemas, principalmente quando Tiago conversava com Isa.

8 de abril de 2005
Tiago já não desgrudava do computador para nada.
Rosa em um dia que seu filho estava na escola resolveu investigar o que seu filho fazia constantemente na internet.

Pesquisou
os endereços e foi tendo uma surpresa assustadora ao ver que seu filho
visitava sites com apologia Satânica e com fotos de assassinatos.

Descobriu
a senha e entrou no MSN, imediatamente um rosto deformado aparece na
tela e some rapidamente. Neste exato momento Isa começa a falar com
Rosa., que apavorada desliga tudo.

Rosa pediu implicações à Tiago que por sua vez nem deu atenção.

10 de abril de 2005
Tiago passa 24 horas em frente ao computador e nem liga para as ordens de Rosa.

11 de abril de 2005
Duas horas da tarde e Tiago já começava a conversar com Isa.
Os dois pareciam armar um plano para a noite.

Exatamente às 10:30 da noite Tiago chama sua mãe para seu quarto e diz que vai explicar como tudo começou.

Neste momento o computador volta a ter interferências com rostos e o rádio ligou sozinho.

Rosa espanta-se mas permanece no quarto.

Mãe e filho conversaram por muito tempo.

Quando
o relógio estava para marcar meia noite, Tiago segura o rádio em suas
mãos e bate com toda força na cabeça de Rosa que grita de dor no chão.

Neste momento as luzes da casa se apagam e apenas o computador permanece ligado.

Uma
luz muito forte vinha do monitor e uma voz ordenou que Tiago amarrasse
sua mãe numa cadeira e logo após derramasse gostas de sangue em cima do
rádio.

O garoto realizou o ritual e um som muito alto tomou conta da casa.

Um espírito se desprendeu do computador, foi em direção a Tiago e disse:"-Sou Heloísa, ou apenas Isa".

A mãe de Tiago ainda estava imóvel no chão quando Heloísa se aproximou deu uma risada e incorporou em Rosa.

Heloísa olhou para Tiago e disse:
-Nesta
mesma casa há exatos 94 anos fui morta e o filho que estava em minha
barriga sobreviveu. Essa criança cresceu, teve filhos e é seu bisavô.
- Fui morta pelo seu tataravô que pensava que meu filho era do vizinho, o qual nunca tive nenhum caso.
- Antes de morrer jurei que me vingaria de Tenório.
-
Já matei sua mãe Tiago, agora ela irá sofrer tudo que eu sofri
aprisionada em computadores e você irá passar a mesma dor que eu.

Tiago foi morto por Heloísa, do mesmo jeito como ela foi, com golpes do mesmo rádio que ela havia ganhado de Rogério em 1911.

Heloísa
no corpo de Rosa saiu caminhando calmamente com o rádio em suas mãos
até chegar em um antigo cemitério onde o corpo de Tenório estava e disse
em voz alta:
- Que sua alma queime no inferno, porque minha vingança está concluída.

Heloísa deixou o rádio em cima do túmulo e desapareceu.


No
dia seguinte o coveiro encontrou o rádio e pensando ser brincadeira de
alguém o levou até uma loja de antiguidades e vendeu o aparelho.
Na
loja, todos juram que aquele rádio tem o poder de amaldiçoar quem o
possui e outro juram que já ouviram pedidos de ajuda vindos dele.

    Data/hora atual: Qui Jan 18, 2018 7:07 am