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O DIA QUE O LOBISOMEM SUBIU NO TELHADO

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ninfa.bebe.azul
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default O DIA QUE O LOBISOMEM SUBIU NO TELHADO

Mensagem por ninfa.bebe.azul em Ter Nov 29, 2011 6:41 pm

Meu avô sempre foi metido a macho no que se referia ao sobrenatural, era do tipo que encarava mesmo os fatos que ninguém conseguia explicar. Certa noite, sabendo que na cidade corria um boato que o único homem da família de sete moças era considerado por todos um lobisomem, e não dando bola a tal fato, meu avô resolveu dar uma incerta na casa de uma comadre, atrás de um bom arrasta pé. Já que minha avó estava de dieta, por ter tido mais um filho.
Lá pelas tantas, acabando o bailão que entrou madrugada adentro, vinha ele voltando para casa, quando ao chegar na porteira que dava entrada para seu sítio, deu de cara com o inesperado...
Um grande cão peludo, olhos de fogo corria de um lado para outro no quintal atrás de sua próxima vítima, os cachorros estavam escondidos, todos petrificados de medo em baixo das saias de minha avó dentro de casa, as galinhas desesperadas, pois aquele bicho esta sedento de fome. Sedento de sangue. E ao longe os cachorros dos vizinhos latiam e uivavam prevendo o que iria acontecer.
Mas o inevitável já havia acontecido, ele viu o meu avô. E partiu para cima dele, com toda a fúria que existia nele naquele momento.
Meu avô prevendo a luta inevitável puxou a cartucheira que era sua fiel amiga, e começou a atirar... correndo o mais que podia para evitar sua própria morte.
Meu avô sempre que se lembrava, disse que nunca havia corrido tanto na vida e que nunca imaginou que pudesse ter tanto medo.
Milagrosamente ele conseguiu chegar à porta e de dentro da pequena portinhola ainda conseguiu dar mais um ou dois tiros, vendo que meu avô conseguiu seu objetivo, o grande bicho não se deu por vencido, subiu em cima do telhado, na intenção de conseguir a todo custo entrar na casa e alcançar seu objetivo sanguinário.
Mas ele não contava que meu avô conseguiu-se com sua última bala, lhe acertar, onde se ouviu um grande uivo de dor, o que acabou derrubando o bicho de cima do telhado, colocando ele em fuga desesperada. Por entre os cafezais.
No outro dia, meu avô foi em busca do tal moço (lobisomem) chegando a casa humilde, encontrou um rapaz que pitava calmamente seu cachimbo de palha em baixo de um pé de jaca, e em uma de suas pernas, meu avó viu a gota de sangue que ainda teimava em escapar por entre um curativo ensangüentado.

FONTE: CAUSOS E CONTOS DE FAMILIA

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